Fonte: Época
Um relatório apresentado na 49ª Conferência Anual sobre Doenças Cardiovasculares, da American Heart Association, mostrou que o stress do trânsito pode aumentar as chances de motoristas sofrerem um ataque cardíaco. O estudo foi realizado Centro de Pesquisa para Saúde Ambiental de Neuherberg, na Alemanha.
De acordo com a pesquisa, a exposição ao tráfego aumentou em três vezes as chances de uma pessoa ter um problema cardíaco. Os pesquisadores também observaram que há uma significativa probabilidade de o ataque cardíaco acontecer no prazo de seis horas após a exposição ao tráfego. Mulheres, homens idosos e pessoas que sofrem de angina (doença da artéria coronária) seriam os mais afetados pelo trânsito caótico das grandes metrópoles.
O estudo não especificou as razões pelas quais as pessoas que dirigem automóveis - ou usam transportes público ou até bicicletas - têm mais chance de sofrer um problema cardíaco, mas, segundo Annette Peters, chefe Instituto de Epidemiologia, Helmholtz Zentrum Muchen, na Alemanha, a combinação entre o stress do trânsito e a poluição do ar podem ser fatais para as pessoas. “Ficamos surpresos ao observar uma forte conexão entre o tráfego e ataques cardíacos. Agora, é importante descobrirmos o que está por trás disto, se é a poluição do ar, o stress ou ambos”, disse Peters.
Para chegar ao resultado, foram analisados casos de ataques cardíacos entre fevereiro de 1999 e dezembro de 2003 registrados em Augsburg, no sul da Alemanha. Depois, 1454 pacientes que tiveram problemas cardíacos foram ouvidos pelo pesquisadores para descobrir como era a rotina deles antes da doença e quais foram os primeiros sintomas sentidos por eles. A idade média dos pacientes era de 60 anos e 25% deles eram mulheres.
Agora, para refinar o resultado, os pesquisadores já iniciaram uma nova etapa do estudo. Desta vez, 120 voluntários saudáveis que estão usando holters (aparelhos que medem a pressão arterial) enquanto dirigem seus automóveis.
Uma coisa os pesquisadores já sabem: medidas para melhorar a qualidade do ar dentro de áreas metropolitanas e a redução das emissões dos veículos são fatores essenciais para evitar que os motoristas fiquem mais suscetíveis a sofrer um problema cardíaco.
Um relatório apresentado na 49ª Conferência Anual sobre Doenças Cardiovasculares, da American Heart Association, mostrou que o stress do trânsito pode aumentar as chances de motoristas sofrerem um ataque cardíaco. O estudo foi realizado Centro de Pesquisa para Saúde Ambiental de Neuherberg, na Alemanha.
De acordo com a pesquisa, a exposição ao tráfego aumentou em três vezes as chances de uma pessoa ter um problema cardíaco. Os pesquisadores também observaram que há uma significativa probabilidade de o ataque cardíaco acontecer no prazo de seis horas após a exposição ao tráfego. Mulheres, homens idosos e pessoas que sofrem de angina (doença da artéria coronária) seriam os mais afetados pelo trânsito caótico das grandes metrópoles.
O estudo não especificou as razões pelas quais as pessoas que dirigem automóveis - ou usam transportes público ou até bicicletas - têm mais chance de sofrer um problema cardíaco, mas, segundo Annette Peters, chefe Instituto de Epidemiologia, Helmholtz Zentrum Muchen, na Alemanha, a combinação entre o stress do trânsito e a poluição do ar podem ser fatais para as pessoas. “Ficamos surpresos ao observar uma forte conexão entre o tráfego e ataques cardíacos. Agora, é importante descobrirmos o que está por trás disto, se é a poluição do ar, o stress ou ambos”, disse Peters.
Para chegar ao resultado, foram analisados casos de ataques cardíacos entre fevereiro de 1999 e dezembro de 2003 registrados em Augsburg, no sul da Alemanha. Depois, 1454 pacientes que tiveram problemas cardíacos foram ouvidos pelo pesquisadores para descobrir como era a rotina deles antes da doença e quais foram os primeiros sintomas sentidos por eles. A idade média dos pacientes era de 60 anos e 25% deles eram mulheres.
Agora, para refinar o resultado, os pesquisadores já iniciaram uma nova etapa do estudo. Desta vez, 120 voluntários saudáveis que estão usando holters (aparelhos que medem a pressão arterial) enquanto dirigem seus automóveis.
Uma coisa os pesquisadores já sabem: medidas para melhorar a qualidade do ar dentro de áreas metropolitanas e a redução das emissões dos veículos são fatores essenciais para evitar que os motoristas fiquem mais suscetíveis a sofrer um problema cardíaco.
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